As classes do níquel químico
Cerca de 70% do níquel químico hoje em dia é destinado diretamente das indústrias siderúrgicas, os outros 30% fica por conta das misturas das composições de níquel químico. Dentre essa composição de níquel químico, é possível separar duas categorias de composição do níquel químico e sua consequente utilização.
Na classe I é possível encontrar os chamados “derivados de alta pureza”, onde o elemento precisa apresentar no mínimo 99% de pureza para estar classificado nesta categoria. Nesta classe o níquel químico é destinado principalmente para as indústrias siderúrgicas, cujo principal objetivo é construir materiais, ferramentas ou até mesmo placas de aço para navios, aviões e outros tipos de transportes. Sendo assim o níquel químico precisa ser praticamente puro e não pode contar com nenhuma mistura de qualquer outro elemento em sua composição, o que pode alterar o resultado do produto final.
Na classe II podemos encontrar o níquel químico misturado com outros elementos, onde ele pode apresentar uma pureza de 20 a 96% de níquel. Aqui as utilidades são de um bem menor, mas a necessidade é a mesma. É através dessa mistura que é possível ser fabricado o aço inoxidável e também são feitas as ligas de aço. Para conseguir o resultado das ligas de aço é preciso que os metais se fundam e logo depois esfriem até ficar sólidos.
A mais famosa aplicação do aço inoxidável (que não enferruja) que é feita a partir da combinação de níquel químico, pode ser vista na cozinha das nossas casas. O níquel químico está presente nos talheres, panelas, geladeira e até mesmo em fogões. Além da utilização na cozinha o inox, como é mais conhecido popularmente, também pode ser utilizado em ônibus e automóveis.